terça-feira, 19 de abril de 2016

não vejo chão

olho à volta e não o vejo.
estou aqui, parada, sem saber para onde me mexer. sem o poder fazer. sem o conseguir fazer... sem o fazer...
tudo desabou. olho para baixo e não o vejo. olho ao meu redor e só vejo azul. e um verde lindo lá em baixo. mas aqui não está, desapareceu, desabou. vou ter de andar confiando apenas. sem ser eu a decidir. apenas a confiar. e vou ter de andar. acredito que a cada passo ele vai ficar impresso nas minhas pegadas e vai reaparecendo. um, dois, três. vá, já me podes seguir.

precisava de um dia simples

não precisa ser um dia perfeito, com sangria no parque.
precisava só que fosse um dia calmo, em que pudesse estar quieta a ouvir musica à lareira com um livro.
eu
em silencio
no meu ninho

pode ser?
assim recuperava forças e ia à luta. e levava tudo à frente.
só precisava desse dia calmo.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

com sono

tem sido o estado atual.
contudo, por estranho que pareça, parece que quando a lareira está acesa e ainda há alguma série para ver, perco a capacidade de adormecer...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Oh mãe (#41)

a palavra copo tem um palavrão (sim, foi essa a palavra que usou) no fim. ora ouve. pu!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

a aproveitar tudo até ao fim...

o pediatra tinha-nos dito que os vírus só iam andar por cá até dia 15 de fevereiro. provavelmente sabia que tinham voo marcado de regresso para o seu país. (se iam na tap estamos lixados e vão estar mais tempo por cá, sem vôos diretos do porto é complicado, ter que ir a lisboa é chato. rui moreira, tratas disso?)
15 de fevereiro é hoje.
o miúdo começou a ter quase febre no sábado. ontem teve febre mais a sério.
hoje está em casa.
raio de querer aproveitar tudinho até ao fim...
há coisas que não vale a pena, querido filho!